terça-feira, 29 de abril de 2014

NOITE CALMA DE POESIA

 
 
 

Noite Calma de Poesia

 
De repente me encontro só ao luar,
E quando me vejo assim tão dorido,
É como se eu tivesse esquecido, 

Que as estrelas refletem sobre o mar.
 
Neste espaço vazio tento encontrar
Algo que acalente meu coração sofrido,
Que de tanto amar já perdeu o sentido
E na brisa noturna me faz relembrar.
 
Tu és este amor que vem sorrateiro
Esgueirando com teu olhar brejeiro
Ascendendo em mim todo querer,
 
E nesta noite calma de poesia,
Vou traçando versos feitos com magia,
E de solidão noturna jamais sofrer.
 
Marco A. Alvarenga & -Mi-®