quinta-feira, 15 de maio de 2014

NA MINHA ALDEIA




Na minha aldeia


Na minha aldeia havia um lindo rio 
De cristalinas águas a jorrar 
E quer fizesse sol, fizesse frio,
A gente ia até lá, p’ra se banhar.

E era para nós um desafio 
Passar pela turbina a trabalhar, 
Atravessar o dique corredio 
E ir na outra margem passear.

Seguíamos cantando por ali fora 
Aqui colhendo zimbro, ali amora, 
E desfrutando os sons da natureza.

E ao regressar a casa, p’la noitinha, 
O nosso coração não se continha 
Por termos desfrutado tal beleza!

José Sepúlveda